sexta-feira, 2 de outubro de 2009

ANTIGO MUSEU DO ÍNDIO, NO MARACANÃ (RJ) AMEAÇADO

Tradicional prédio do antigo MUSEU DO ÍNDIO, no Maracanã (RJ), patrimônio público tombado, tem projeto para ser demolido e transformado em estacionamento.

Um pouco da História do Antigo Museu do Índio localizado no Maracanã, no Rio de Janeiro



O terreno onde funcionou de 1952 a 1977, a primeira sede do Museu do Índio, foi vendido, durante o Fórum de Palermo, em 18 de julho de 1865. Conforme consta da escritura lavrada a fls. 138 do Livro, n. 213, no segundo ofício de Notas, documento arquivado no Ministério da Justiça e Negócios Interiores, constando como vendedores o Comendador Manuel José de Bessa e sua mulher Dona Maria Constança Ferreira de Bessa e comprador o Capitão Tenente Antônio Coelho Fragoso, na qualidade de representante de sua Alteza Real o Senhor Duque de Saxe, que mais tarde vem a doá-lo.

A União Federal, proprietária do imóvel, por força do registro do RGI, Cartório do 11 Ofício, Livro 2-U/), fls. 04, na matrícula n. 62.610, faz, em 27 de setembro de 1984, um contrato de doação do imóvel para Companhia Brasileira de Alimentos – COBAL, Empresa Pública Federal, criada pela lei delegada 6 de 26/09/1962,constituída sob a forma de sociedade por ações e que em virtude da fusão,criada pela Lei 8.029 de 12/04/1990,passou à nova denominação de Companhia Nacional de Abastecimento, CONAB.
Segundo a cláusula terceira do referido contrato foi arbitrado o valor de 13.931.301,00 ( treze milhões, novecentos e trinta e um mil e trezentos e um cruzeiros), incluído o Museu do Índio que já funcionava na Avenida Maracanã 252, esquina da Rua Mata Machado, por onde tem o n. 127 (duas frentes) na Freguesia de Engenho Velho.

Em 1986, por instrumento particular de contrato de cessão de uso, a COBAL, representada pelo seu diretor presidente, Dr. João Felício Scardua e pelo seu diretor de administração, Dr. Ronald de Queiroz Fernandes cede ao Ministério da Agricultura todo o imóvel, incluindo o prédio do antigo Museu do Índio e anexo. Ressalte-se que parte do imóvel objeto da referida cessão já se achava ocupado pelo Ministério da Agricultura, que ali, já mantinha os laboratórios da Secretaria de Inspeção de produto Animal – SIPA.

Em 9 de outubro de 1992 a União cede a área (contrato de cessão gratuita do Museu do Índio, tendo como cedente a Diretoria Federal de Agricultura e Reforma Agrária no Estado do Rio de Janeiro e cessionário a Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra,constando como cláusula terceira que o referido imóvel deverá abrigar os setores administrativos e culturais, tais como: auditório, sala de estudos e biblioteca e outras atividades a critério da direção.

O Museu do Índio foi inaugurado em 19 de abril de 1953. É esta a data usada nos textos em geral e na Revista Comemorativa dos 30 anos do Museu. Embora consideremos1952 de acordo com Darcy Ribeiro. Em seu livro, “ Aos trancos e barrancos: como o Brasil deu no que deu”, Rio de Janeiro, Guanabara, 1985, Darcy afirma que a inauguração do Museu deu-se em 1952.

O Museu do Índio, desempenhou um papel histórico na longa luta em defesa das populações indígenas, tendo à frente nomes emblemáticos como o do Marechal Rondon e do próprio Darcy. Em termos museográficos, o museu – projeto do arquiteto Ary Toledo – foi considerado um marco da museografia, passando a exercer enorme influência nacional e internacional. O tombamento do prédio em 1997 foi importante para sua preservação e no trabalho de revitalização da própria área em que se insere.

Feito esse breve e bem confuso histórico, nos dias de hoje, no casarão abandonado vivem dezenas de índios de diversas etnias. Os índios levam uma vida comunitária em que misturam valores da selva e da civilização. Os cerca de 35 mil índios que vivem no Estado do Rio de Janeiro, ali tem aconchego garantido, já que o Museu do Índio transferido em 1978 para a Rua das Palmeiras em Botafogo é dirigido por autoridades não indígenas e a burocracia impede que os indígenas tenham qualquer auxílio,salvo, em eventos festivos.

O prédio no Maracanã, está em precárias condições e os índios se revezam, e na garra e improviso se mantêm na área, temendo perdê-la para mendigos e para o próprio Poder Público. Apenas dois banheiros atendem a todos, que dormem em barracas de acampamento, amontoados em uma parte onde não chove, já que todo o resto da casa está devastada . O fornecimento de água e luz foi feita por escambo com a Secretaria da Agricultura, que ali tem hoje dois prédios.


Há duas semanas estamos desesperados com uma informação de que um projeto idealizado pelo ex-prefeito Cesar Maia, idéia apresentada à prefeitura na época pelo escritório Gilson Santos e Carlos Porto Arquitetos – o mesmo que criou as jóias do Pan, como o Engenhão e a Cidade dos Esportes já está na mesa do Secretário de Defesa Agropecuária, Inácio Afonso Kroetz e do Coordenador de Apoio Laboratorial, Jorge Caetano Junior, para ser concretizado na primeira quinzena do mês de outubro próximo, segundo o qual o imóvel estaria sendo vendido por 30 milhões para uma empresa privada espanhola, pela prefeitura do Rio para a construção de um Shopping Center e um imenso estacionamento para 3.000 automóveis. Segundo o projeto tal Parque, ainda ligaria o Maracanã à Quinta da Boa Vista, e visa a Copa do Mundo de 2014, quando o Estádio do Maracanã exibirá dois jogos, incluindo o da final.
Sem falar na desintegração do complexo laboratorial que funciona no Ministério da Agricultura em anexo a casa do índio.
A desintegração física e técnico-científica desse órgão é gravíssima para o Rio de Janeiro porque todo o controle de produtos industrializados, tanto na área animal, quanto vegetal e também os produtos importados e exportados nesta área são feitos pelo laboratório do Ministério da Agricultura -RJ. Qualquer produto para poder desembarcar (porto, aeroporto ou fronteiras), precisa de um laudo analítico de qualidade sob pena de colocar a saúde da população em risco de febre aftosa, alimentos contaminados, pragas da agricultura etc. Como um porto como o do Rio de Janeiro, importante desde à época do Império vai perder essa função para outra cidade. Só tem essa estrutura hoje para avocar tal fiscalização Pedro Leopoldo em Minas Gerais ou Campinas.
Trata-se da defesa de uma área restrita e exclusiva do Governo Federal que está sendo privatizada.
Temos todos os documentos e certidões que comprovam o relatado.
Estamos atentos e tomando as medidas legais.
O que os índios que moram lá querem é a reestruturação da casa e sua transformação em um Centro Cultural, resgatando e divulgando a cultura indígena. E já temos até um empresário alemão querendo investir na reforma do casarão.


Estamos programando para a próxima semana uma grande festa no local, para mostrarmos nossa força e disposição de não sair dali, oportunidade que convocaremos toda a imprensa.

Se você quiser se engajar nesta luta, visite a casa, fale com o kamayura ou com a Patxá.
Hoje já instalamos internet na casa, em dois computadores. Vamos começar a fazer barulho no mundo inteiro. Depois do dia 15 de outubro talvez eu mesma os receba, dependendo da gravidade e veracidade deste “ato secreto” eu também vá acampar lá porque

Só sairemos de lá mortos!

Maria Rachel Coelho
Professora e Diretora-Presidenta do MEB – Movimento Educacionista do Brasil

sábado, 26 de setembro de 2009

Concordata Brasil-Vaticano

CRÍTICA A ACORDO COM SANTA SÉ

Resumo:
Daniel Sottomaior, da Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos, critica acordo entre Brasil e Santa Sé, em discussão no Senado. “O que o documento traz de novidade é o fato de que o Estado brasileiro fica obrigado a acolher sentenças da sede Roma em matéria matrimonial”, diz. Já Dom Dimas Barbosa, da CNBB, defende acerto.

Emissora:Nacional (Rede)
Programa:REPÓRTER BRASIL - LÚCIO HAESER E AMÉRICA MELO
Horário:07:38
Data:22/09/2009

http://www.someletras.com.br/senado/?layout=ouvir&IDn=109488&arquivo=22_09_09_21.mp3

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‘DOUTRINAÇÃO RELIGIOSA’

Resumo:
Daniel Sottomaior, da Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos, condena previsão de ensino religioso em projetos debatidos no Senado. “Se chama ‘doutrinação religiosa’”, diz. Deputado Ivan Valente salienta: “Estado tem que garantir liberdade de crer e não crer”. Já João Ricardo dos Santos, da AMB, avalia: “o dispositivo gera certa exigibilidade”.

Emissora:Nacional (Rede)
Programa:REPÓRTER BRASIL - LÚCIO HAESER E AMÉRICA MELO
Horário:07:37
Data:23/09/2009

http://www.someletras.com.br/senado/?layout=ouvir&IDn=109558&arquivo=23_09_09_14.mp3

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Execução do Hino é elogiada nas escolas

http://auniao.pb.gov.br/v2/index.php?option=com_content&task=view&id=28477&Itemid=74

Execução do Hino é elogiada nas escolas

24 de setembro de 2009

Diretores e alunos de estabelecimentos privados e públicos creem que a obrigatoriedade de cantar o Hino Nacional resgatará sentimento patriótico e valoriza o civismo

Guilherme Cabral
Repórter

Diretores e estudantes de escolas públicas e particulares em João Pessoa aprovaram a lei que obriga a execução do Hino Nacional uma vez por semana, de autoria do deputado federal Lincoln Portela (PR-MG), sancionada pelo presidente em exercício José Alencar, e em vigor desde ontem, com a publicação no Diário Oficial da União dessa terça-feira (22). Os dirigentes acreditam no resgate da valorização do sentimento patriótico.

"Acho muito importante essa medida, até porque os jovens não sabem, sequer, cantar o Hino Nacional", disse a coordenadora da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Professor José Baptista de Mello, Lia Dantas Donato. Segundo ela, "a obrigatoriedade da execução do Hino vai valorizar o civismo".

Ela informou que a previsão é de que o Hino Nacional comece a ser executado na escola - localizada no conjunto Mangabeira VII - uma vez por semana, a começar na próxima segunda-feira, e sempre nesse dia, convocando os alunos a se perfilarem antes do início das aulas para o hasteamento da bandeira do Brasil.

A Escola Municipal de Ensino Fundamental Índio Piragibe, situada no mesmo conjunto habitacional também vai executar o Hino: "Pretendemos agrupar os alunos no pátio às 7h45m, ou seja, antes de começar a segunda aula, para iniciar o canto", disse a vice-diretora do colégio, Jeane Rodrigues.

O diretor Administrativo do Colégio Decisão, localizado em Mangabeira - Fábio Palmeira, aprova a medida. "Acho legal, pois acredito que servirá para resgatar o vínculo com o patriotismo, perdido por causa de problemas existentes no país, como os atos de corrupção".

O estudante Rodrigues Sabino da Silva concordou com a obrigatoriedade de se cantar o Hino Nacional na escola. "Eu mesmo não sei totalmente a letra e, com as repetições, poderei memorizar", disse ele, acrescentando que isso vai estimular, entre os alunos, o interesse pelos valores cívicos.

A aluna Jordana Oliveira Pereira também considerou "positiva" a medida, justificando que isso "deverá levar os estudantes a começar a ter um sentimento de amor à pátria".

CCJ aprova turno de 8 horas para Ensino Fundamental

http://auniao.pb.gov.br/v2/index.php?option=com_content&task=view&id=27535&Itemid=74

CCJ aprova turno de 8 horas para Ensino Fundamental

30 de agosto de 2009

Atualmente, 406.964 alunos, no país, estudam com esta carga horária, o que corresponde a apenas 1,3% do total. A aprovação na CCJ teve boa repercussão

Guilherme Cabral
Repórter

A proposta de emenda constitucional tornando obrigatório o Ensino Fundamental integral de oito horas, aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, em Brasília, repercutiu favoravelmente no meio educacional, em João Pessoa. Professores, dirigentes de escolas e alguns alunos disseram concordar com a ideia - desde que condições sejam oferecidas para a implementação - por servir para melhorar a infraestrutura das unidades e o aprendizado dos estudantes. Atualmente, 406.964 alunos, no país, estudam em turno integral nesse nível, o que corresponde a 1,3% do total.

"A ideia é ótima e extremamente importante", disse, por exemplo, o professor de Física Tomaz Passamani. Segundo ele, "o argumento de que não existe dinheiro para a educação no Brasil não é desculpa para a não implantação do Ensino Fundamental integral no país. O Brasil é rico, tem dinheiro", prosseguiu ele, salientando "que a questão é a existência de interesses políticos, por parte da classe dominante, contrários à melhoria da qualidade da educação no país, que não querem essa medida para que a população não seja educada".

Na opinião desse professor, o Ensino Fundamental em tempo integral beneficiaria não apenas os docentes, pois teriam oportunidades de se conhecerem melhor como os alunos aprenderiam mais. "Ajudaria a combater a criminalidade e a marginalidade, como fim do tempo ocioso, pois os estudantes passariam mais tempo dentro de sala de aula, evitando o efeito nocivo da internet e da televisão", disse Tomaz Passamani.

A professora e supervisora escolar Neuciene Almeida também se manifestou favoravelmente à ideia. "O benefício seria riquíssimo, pois ampliaria muito a aprendizagem", comentou ela, ressalvando que, para isso, também deveriam ser tomadas outras iniciativas, como uma infraestrutura adequada nas escolas e a melhoria da situação salarial dos professores. E ainda ressaltou que, além da melhoria na aprendizagem, o horário integral no Ensino Fundamental poderia atenuar alguns problemas, como o uso de drogas e casos de gravidez na adolescência.

O professor de Educação Física Wellington Melo foi outro a opinar de forma favorável à idéia, alegando que passou por experiência própria nessa área. Ele lembrou que, até o início dos anos 1980, estudou num colégio que oferecia o Ensino Fundamental integral, no Conjunto Castelo Branco, em João Pessoa. Segundo ele, foi na Escola Polivalente Presidente Médici, hoje de ensinos Fundamental e Médio.

Naquela época, o professor Wellington Melo disse que aprendeu outras atividades, como técnicas agrícolas - a exemplo de cuidar de hortas - e fazer trabalhos em âmbito doméstico, como cozinhar e reparar torneiras com problemas e desentupir pias. "Foi uma das melhores épocas que eu vivi", confessou ele, por entender que aprendeu atividades que lhe proporcionaram ter melhores condições de qualidade de vida.

O vice-diretor da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Olivina Olívia, Josemar Elias da Silva, afirmou apoiar a iniciativa, aprovada na Câmara dos Deputados, de querer estender o Ensino Fundamental integral a todas as escolas, mas admitiu que, para ser uma medida eficiente, precisaria de ações para melhorar a estrutura física das unidades, a alimentação e a questão financeira dos professores, além de que haja o empenho em cumpri-las.

O estudante Alexandre Flávio concordou com a idéia em tramitação no Congresso Nacional. "Seria bom, porque teríamos mais tempo para estudar em sala de aula, o que ajudaria ainda mais no aprendizado, dando uma formação consistente para o Vestibular e ser, no futuro, um profissional bem sucedido", afirmou ele.

Já a estudante Daiana Gomes confessou ser contra a medida, argumentando que estudar em um período, como acontece hoje, "já é o suficiente". Segundo ela, se fosse em tempo integral, poderia cansar o aluno, que não teria condições para se envolver em outras atividades, como fazer cursos preparatórios e técnicos em áreas como a de informática.

De 1969 a 2009: que notas são estas?


De 1969 a 2009: que notas são estas?

Essa pergunta foi a vencedora em um congresso sobre vida sustentável.

"Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos...
Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"

Uma criança que aprende o respeito e a honra dentro de casa e recebe o exemplo
vindo de seus pais, torna-se um adulto comprometido em todos os aspectos,
inclusive em respeitar o planeta onde vive...

terça-feira, 15 de setembro de 2009

MOVIMENTO EDUCACIONISTA DO BRASIL - MEB - NA CONAE RJ

Depois de 48 horas de trabalho, debates, deliberações, apesar da hegemonia do PT e de pouquíssimas vagas para um número imenso de inscritos na Conferência da Educação da Cidade do Rio de Janeiro, os Professores Rachel Coelho e Álvaro Bastos, ambos do PDT – RJ, foram eleitos delegados para Conferência Estadual a se realizar em novembro.
A Professora Rachel Coelho participou da Conferência representando o MEB - Movimento Educacionista do Brasil - na categoria- organização social.
Foram dois exaustivos dias. Logo na manhã do primeiro dia a Professora Rachel Coelho questionou o Regimento Interno da CONAE – RJ que não contemplava representação dos Povos Indígenas, o que foi acatado por unanimidade pela plenária e por toda Comissão Organizadora.
Foi incluído no Anexo IV a Representação Social dos Povos Indígenas.


Quem primeiro defendeu o ensino tupi-guarani em uma escola pública no Estado do Rio de Janeiro foi o Governador Leonel Brizola, tenho essa deliberação em casa publicada em diário oficial e vou disponibilizar na internet, o relator foi o professor Bayard Boiteux. E agora eu estou aqui para defender meu povo. Não abro mão da inclusão explícita dos índios nesse Regimento, disse Rachel Coelho, ovacionada pela plenária, momento que causou uma imensa confusão, o Presidente da Comissão se desculpou e explicou que os índios estariam impícitos no Setor de Movimentos de Afirmação da Diversidade. Só que o Movimento Negro, Quilombola, LGBTTs e Feminista estavam explicitados no documento, que só não contemplava os índios.

Outro momento de grande tensão foi a tentativa de supressão da expressão “ ampliação da escolarização obrigatória e da jornada ou tempos escolares,consubstanciando a educação de tempo integral” prevista no artigo 124 da LDB.

O MEB, aos poucos, começa a ocupar seu lugar na educação no Rio de Janeiro. Álvaro Bastos e Rachel Coelho fizeram uma defesa veemente pela manutenção do dispositivo em sua integralidade, o que foi acatado pela plenária.

Depois da tensão da votação dos delegados prevaleceu o clima de simpatia.
Rachel Coelho abriu e colocou nas mãos dos educadores, então descontraidos participantes resistentes até às 22:00 hs de um domingo de intenso sol no Rio de Janeiro, a bandeira “símbolo máximo” do Movimento Educacionista do Brasil, Educação é Progresso.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

JORNAL EURECA: PRIMEIRO SONHO EDUCACIONISTA REALIZADO NO ESTADO DA PARAÍBA

Esta é a equipe de Edição do Jornal Eureca: Emanuelly Vasconcelos; Tomaz Passamani; Rachel Coelho; Emanuel Ramalho; Viviane Vasconcelos e Késsia Mayara.

O Jornal Eureca foi o primeiro projeto MEB concretizado no Estado da Paraíba. Totalmente elaborado por jovens alunos da Escola Olivina Olívia.

Foto: Josemar Elias, vice-diretor da Escola Olivina Olívia, Janette Jane, João Evangelista, editor geral do Jornal A UNIÃO e a presidente executiva do MEB, Rachel Coelho.

O Eureca, é um periódico bimestral, que conta com o integral apoio de A União, por meio do seu parque gráfico para sua impressão, criado e editado por seis alunos do 3º ano do Olivina Olívia.
O primeiro número circulou no mês de julho e o segundo número deverá ser impresso até o final deste mês.

O Jornal A UNIÃO que é do governo da Paraíba, é o terceiro Jornal mais antigo do Brasil, em circulação tem 116 anos.


O JORNAL A UNIÃO, 116 ANOS DE HISTÓRIA E EDUCACIONISTA!

ABRIU AS PORTAS PARA O EURECA!